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Tempo de execução no Code Igniter

In Internet on 16/03/2012 by Kadu Etiquetado: , , , , , , , ,

Há algum tempo vinha percebendo que alguns scripts vinham “estourando” o tempo de execução do PHP (max_execution_time) quando o safe_mode estava desabilitado, inclusive quando executado através do shell (PHP-CLI).

Mesmo alterando o parâmetro no PHP.INI – determinando qualquer valor por maior ou menor que fosse – sempre estourava nos 300 segundos de execução, apesar de, no phpinfo() as configurações estarem OK.

Dediquei um tempo para investigar isto e encontrei uma circunstância que não é mencionada na documentação do CI e que, à primeira vista, não me faz muito sentido.

No arquivo do core da aplicação (system/core/Codeigniter.php), na linha 103, encontramos o seguinte:


if (function_exists("set_time_limit") == TRUE AND @ini_get("safe_mode") == 0)
{
@set_time_limit(300);
}

Ou seja, o próprio CI encarregou-se de determinar o valor de tempo máximo de execução em 300 segundos.

Não me pergunte qual a intenção disto, mas alterando este ítem (para “0″, por exemplo), tudo volta ao seu normal.

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Somos anonymous

In Comportamento, Internet, política on 19/01/2012 by Kadu

“Em uma recente publicação, vocês destacaram o Anonymous como ameaça ao ‘governo e ao povo’. Vocês também alegaram que sigilo é ‘um mal necessário’ e que transparência nem sempre é o caminho certo a seguir.

O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer.  A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento. (…)

O Anonymous não aceita que o governo e/ou os militares tenham o direito de estar acima da lei e de usar o falso clichê da ‘segurança nacional’ para justificar atividades ilegais e enganosas. Se o governo deve quebrar as leis, ele deve também estar disposto a aceitar as consequências democráticas disso nas urnas. Nós não aceitamos o atual status quo em que um governo pode contar uma história para o povo e outra em particular. Desonestidade e sigilo comprometem completamente o conceito de auto governo. Como as pessoas podem julgar emquem votar se elas não estiverem completamente conscientes de quais políticas os políticos estão realmente seguindo?

Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome – por trás de portas fechadas.

Anonymous e Wikileaks são entidades distintas. As ações do Anonymous não tiveram ajuda nem foram requisitadas pelo WikiLeaks. No entanto, Anonymous e WikiLeaks compartilham um atributo comum: eles não são uma ameaça a organização alguma – a menos que tal organização esteja fazendo alguma coisa errada e tentando fugir dela.

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar qualquer nação. Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo – que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.

O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Se o governo não estava fazendo nada clandestinamente ou ilegal, não haveria nada ‘embaraçoso’ sobre as revelações do WikiLeaks, nem deveria haver um escândalo vindo da HBGary. Os escândalos resultantes não foram um resultado das revelações do Anonymous ou  do WikiLeaks, eles foram um resultado do conteúdo dessas revelações. E a responsabilidade pelo conteúdo deve recair somente na porta dos políticos que, como qualquer entidade corrupta, ingenuinamente acreditam que estão acima da lei e que não seriam pegos. (…)

Nossa mensagem é simples: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso.

Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – um honesto, aberto e democrático.

Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso – talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes.

Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous. Não cometam o erro de acreditar que vocês podem cortar a cabeça de uma cobra decapitada. Se você corta uma cabeça da Hidra, dez outras cabeças irão crescer em seu lugar. Se você cortar um Anon, dez outros irão se juntar a nós  por pura raiva de vocês atropelarem quem se coloca contra vocês.

Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo – o mundo do povo.

Somos Anonymous.

Somos uma legião.

Não perdoamos.

Não esquecemos.

Esperem por nós…”

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Entre a esquerda e a direita

In Comportamento, política, Suburbano on 11/08/2009 by Kadu Etiquetado: , , , , ,

Pessoalmente, não me enquadro em nenhum conceito de posição política. Aliás, não acredito nesses conceitos. Costumo dizer que sou tão de esquerda que já estou dando a volta e chegando na direita de novo.

Acho que essas definições nem tem mais sentido de existir, afinal, tudo virou uma grande palhaçada que não tem mais jeito de se identificar a esquerda e a direita. Podemos dizer que a política mundial não faz sentido (literalmente).

Aqui no Brasilzinho não podia ser diferente. O senador é a favor de investigação em Brasília, mas não quer nem saber do assunto no Rio Grande do Sul.

O presidente era a favor do reajuste dos aposentados… mas isso antes de ser presidente. Agora ele diz que não tem como. Enquanto isso, meus pais que contribuiram durante mais de 40 anos cada um, vivem com um salário de miséria.

O próprio presidente não contribuiu com a previdência por mais de 10 anos. Depois virou deputado, presidente de honra de um partido que era de esquerda, e agora é presidente, e vai se aposentar com um salário de uns 15 mil por mês.

Uma coisa que eu lembro quando era criança, foi do enterro de Tancredo Neves. Não sei porque, mas aquilo marcou minha memória. Lembro do meu pai olhando pra TV, decepcionado. Hoje eu entendo a decepção do velho, afinal, quem assumia a presidência era um tal bigode com uma família grande pra caramba.

Esquerda e direita pra que??? Continuamos aqui, tomando bem no meio disso tudo.

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Livros que jamais lerei

In Livros que jamais lerei on 29/04/2009 by Kadu Etiquetado: , ,

A viagem do Descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral

A viagem do Descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral

O melhor livro é aquele que você ainda não leu… e que provavelmente nunca vai ler, devido as regras do improvável.

A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral
Um livro nem tão novo, mas nem por isso desinteressante.

Peninha sai da arquibancada e vai pro passado para reescrever a estória do país mais incoerente do globo. Afinal, quem eram aqueles caras que saíram de portugal numa louca jornada até o fim dos oceanos? Conquistadores, lordes portugueses??? ou assasinos e pervertidos?

O que fizeram aqui? Uma colônia próspera ou o maior puteiro do mundo?

Peninha sabe ser de uma fanfarronice inteligente. Não diz, subdiz. Mas de forma tão enfática que você tem certeza que ele está certo… e você provavelmente errado.

Definitivamente, aí está um livro que nunca lerei, por falta de tempo ou de 15 pilas mais frete … mas que é bom, com certeza é.

A viagem do Descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral: Eduardo Bueno (Peninha), Objetiva, Rio de Janeiro, 1998.

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A gripe do azar

In Comportamento, Futebol, Suburbano on 29/04/2009 by Kadu

Viu... deu azar.

Viu... deu azar.

Eu fico imaginando como começam estas doenças que, de tempos em tempos, ameaçam as capas de jornais e manchetes de noticiários. Em que circunstâncias a primeira pessoa da face da terra iria adquirir pela primeira vez no universo, uma doença que mataria milhares, milhões, e que nunca mais vai ter cura.

A primeira pessoa que adquiriu os sintomas da Grande Peste, que dizimou a Europa no século XIV, ou o sortudo que pegou um Ebola pela primeira vez, que permitiu tal vírus matar, às vezes, 90% dos infectados.

Não imagino como tenha sido, mas com certeza era uma pessoa de extremo azar. A vida de uma pessoa assim de ter sido, ou muito ruim, ou boa o suficiente para chegar ao fim desta forma e valer a pena.

Estar no momento errado e na hora errada da maneira mais intensa. Naquele momento que a história de grande parte da população teve sua vida sentenciada por culpa e uma única pessoa… o azarado.

Isso tudo é culpa do azar de uma única pessoa que, provavelmente, acordou da maneira errada, em um dos piores dias do universo. O 1 em infinito seres do planeta… o cara mais azarado do planeta.

Cada novo ser que se contamina no mundo, é efeito colateral de um cara absurdamente azarado, inclusive mais azarado que ele mesmo.

Talvez os Botafoguenses não sejam tão culpados assim. Teve alguém mais azarados que eles.

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5 coisas que não entendo no Juarez

In Futebol on 02/04/2009 by Kadu Etiquetado: ,

O Juarez é muito burro

O Juarez é muito burro

Juarez é um cara complicado. É um solitário assumido, um “emo” reprimido. Assim como Bob Dylan, não gosta das pessoas, acredita piamente que a felicidade não deve ser uma prioridade para o ser humano.

Juarez não gosta do seu trabalho. O faz apenas para garantir o sustento da sua família. O Juarez não tem o respeito dos colegas de trabalho – também pudera, pois volta e meia ele faz uma cagada e deixa todo mundo na mão.

Juarez não “confia no seu taco”. Em outras palavras, o Juarez é um cagalhão. Tem medo de grandes desafios, e por isso mesmo – por ter medo -, os aceita, e depois vê que não vai dar conta.

Juarez não tem noção de bom-senso. Troca os pés pelas mãos e ainda acredita que está certo. Juarez só faz cagada.

Juarez é mal-humorado. Não gosta de dar explicações, e quando as dá, faz de má vontade só pra complicar.

Mas como é burro esse Juarez.

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Vou começar um consórcio de uma ponte de safena

In Futebol on 26/03/2009 by Kadu Etiquetado: , ,

Desse jeito não dá gente… ganhar do Aurora (quem???) aos 40 do segundo tempo com um frango histórico do goleirinho deles numa atrasada do Tcheco (que bate na bola igual minha cadela Capitú)… aí eu morro.

No primeiro tempo parecia que ia ser o mesmo drama de sempre… o Jonas e o Alex Mineiro perdendo cada gol que vou te dizer, na antiga União Soviética eles seriam mandados jogar na Sibéria. Tcheco parece uma colegial em campo. Mas não foi o mesmo drama de sempre. FOI PIOR.

Se não me engano, ouvi o Roth dizer, ANTES DO JOGO, que a principal jogada deles era o chutão do goleiro pro campo do adversário. E então??? Porque tomamos um gol exatamente nestas condições?

Certas horas eu lembro do Felipão, quando quebrava tudo no vestiário e mostrava quem mandava na bodega.  Saudades daquele tempo em que não haviam mais cadeiras no vestiário, mas a prateleira tava cheia de taças.

Enfim, valeu pelos três pontos na altitude. Agora vamos esperar os dois jogos seguidos em casa e ver se, dessa vez, a bola entra.

Boa quinta-feira pra todo mundo, menos pro Alex Mineiro, porque ele não merece.

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Onde tem um Fusca, sempre tem outro.

In Suburbano on 20/03/2009 by Kadu Etiquetado: , ,

Algumas coisas são tão certas na vida, que chega a ser chato ficar lembrando. Tipo, o pão sempre cai com a manteiga pra baixo, o que você procura sempre está no último lugar que você vai procurar, entre outras. Mas outras coisas também são certas, porém nem tão conhecidas.

Outro dia, tava dando uma banda na internet e encontrei isso. Achei interessante, engraçado e até bucólico (saudades do meu Fusca), mas não tinha como levar a sério. Mas depois disso, sempre que ando na rua e encontro um Fusca, olho ao redor para encontrar outro… e não é que era verdade.

Onde tem um fusca, tem outro

Onde tem um fusca, tem outro

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Meu 33º blog

In Comportamento on 14/03/2009 by Kadu

Mais uma vez tento começar a escrever um blog… mais uma vez aquelas definições sobre escrever toda semana, começar a botar as idéias no papel, e todo aquele blablabla, como se fosse ano novo ou aniversário. Mas, de verdade, cansei disso.

Acho que os motivos que me fizeram parar de escrever os outros blogs, é o mesmo  que me faz começar um novo. O fato é que eu não tenho saco para aturar eu mesmo.

Sou um crítico nato. Não fico em cima do muro, e não tenho motivos para isto, afinal, larguei a faculdade de jornalismo há uns 4 anos. Me irritam as pessoas que não conseguem formular uma opinião, mesmo que não seja definitiva, sobre qualquer coisa.

Essa “maisoumenosice” me anoja. Essas coisas mornas me dão pavor. Essas pessoas fracas me dão raiva.

E acho que este lado crítico natural me faz ser tão insuportável que eu não aguento ler o que eu mesmo escrevo. Mas ao mesmo tempo sinto falta de escrever. E esse é o motivo por eu começar, pela 33ª vez, um simples blog na internet.

Vejamos se eu consigo, desta vez, ser menos ácido e mais perspicaz. Mas vou logo avisando, se quer ler colunas politicamente corretas, sugiro o globo.com.

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